Mas cheguei ao trabalho bem disposto e a rir-me, pelo menos não estava a cantar nenhuma do Willam.
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
Musicalmente Kitsch
Se calhar cantar isto às oito da manhã de janelas abertas não é uma ideia brilhante, mas a senhora do carro ao lado cantou comigo. Detesto o original, mas esta cover fica no ouvido.
quinta-feira, 19 de setembro de 2013
O Desafio de 21 Dias de Meditação
Há alguns anos atrás a minha irmã presenteou-me com um workshop de meditação segundo a técnica do Som Primordial do Deepak Chopra, no mundo do tralalá dos editores New Agers, o Sr. Chopra não me chateia. Vi-o ao vivo em San Diego a ajudar a lançar a editora de banda desenhada do filho, o grande sonho do petit Chopra, e comoveu-o a ouvi-lo dizer que melhor que ver o filho como adulto e a concretizar um sonho era em si um sonho dele. Mais tarde ouvi uma comparação entre heróis da banda desenhada e espiritualidade e ainda que interessante não abalou o meu mundo.
A meditação que me foi transmitida é meditar no seu estado mais puro, nada de sons para auxiliar e apenas a repetição ad eternum de um mantra para se alcançar um estado de nada, um semi-segundo é considerado como uma grande vitória em iniciantes mas aqui talvez eu concorde com a autora do "Eat, Pray, Love" que meditar não é para todos e não é em cinco minutos que atinge um estado de elevação espiritual, sou como ela com o cérebro a trezentos à hora e pensamentos diversos interrompem a minha (pseudo) ascensão e é para isso que lá está o mantra. Confesso que pratiquei pouco da meditação do som primordial, a minha professora era rígida e era meditar às seis da manhã e eu confesso-vos que adormeci muitas vezes e um dos meus pecados é a preguiça.
Mas o Desafio de Meditação de 21 Dias, que foi revamped pela Oprah Winfrey, propõe 21 dias com pequenas incursões a meditar por cerca de dez minutos (para não virmos com a história da falta de tempo) e incluir-mos a rotina da meditação na nossa vida para mente sã e corpo são. Já tinha aquilo há imenso tempo e ontem decidi que hoje era dia para começar, já tive fases em que meditava pelo menos meia hora todos os dias e confesso que em termos de sono, humor e energia tive imensas melhoras mas depois lá está, preguiça. Foi uma rotina de dois anos que foi interrompida e que preciso de reincluir. E já agora meditar com o vizinho que adora berbequins a toda a hora não é fácil, mas também é da minha experiência que quando iniciamos há sempre uma série de estímulos externos que tentem que não façamos, é tudo uma questão de hábito.
Se eu conseguir os vinte e um dias, faço uma review sobre o todo, se não conseguir também partilho convosco o meu fracasso.
A meditação que me foi transmitida é meditar no seu estado mais puro, nada de sons para auxiliar e apenas a repetição ad eternum de um mantra para se alcançar um estado de nada, um semi-segundo é considerado como uma grande vitória em iniciantes mas aqui talvez eu concorde com a autora do "Eat, Pray, Love" que meditar não é para todos e não é em cinco minutos que atinge um estado de elevação espiritual, sou como ela com o cérebro a trezentos à hora e pensamentos diversos interrompem a minha (pseudo) ascensão e é para isso que lá está o mantra. Confesso que pratiquei pouco da meditação do som primordial, a minha professora era rígida e era meditar às seis da manhã e eu confesso-vos que adormeci muitas vezes e um dos meus pecados é a preguiça.
Mas o Desafio de Meditação de 21 Dias, que foi revamped pela Oprah Winfrey, propõe 21 dias com pequenas incursões a meditar por cerca de dez minutos (para não virmos com a história da falta de tempo) e incluir-mos a rotina da meditação na nossa vida para mente sã e corpo são. Já tinha aquilo há imenso tempo e ontem decidi que hoje era dia para começar, já tive fases em que meditava pelo menos meia hora todos os dias e confesso que em termos de sono, humor e energia tive imensas melhoras mas depois lá está, preguiça. Foi uma rotina de dois anos que foi interrompida e que preciso de reincluir. E já agora meditar com o vizinho que adora berbequins a toda a hora não é fácil, mas também é da minha experiência que quando iniciamos há sempre uma série de estímulos externos que tentem que não façamos, é tudo uma questão de hábito.
Se eu conseguir os vinte e um dias, faço uma review sobre o todo, se não conseguir também partilho convosco o meu fracasso.
quarta-feira, 18 de setembro de 2013
Un gâteau pour maman
Pois é, mamãe vai fazer anos no Domingo e eu estou cheio de vontade para lhe fazer um bolo de aniversário e tenho quase a certeza que será "Boston Cream Pie", que na realidade não é nenhuma tarte mas sim um bolo recheado com creme pasteleiro (daquele caseiro, amarelo claro e não aquele fluorescente que vemos nas bolas de Berlim) e com uma ganache de chocolate preto por cima.
Não vos consigo precisar quando é que a minha mãe deixou de fazer bolos, tenho memórias vagas em criança na cozinha a vê-la fazer bolo de chocolate e o meu irmã a comer a massa crua nas varetas da batedeira. Bolo de chocolate foi das primeiras coisas que eu aprendi a fazer e também fiz bolo de pacote com doze anos, era da Oetker há que assumir as coisas, se hoje me horrorizo com bolos feitos através de misturas pré-feitas, foi assim que aprendi a fazê-los. Depois comecei eu a fazer e ela deixou-se disso, talvez porque eu os fazia com regularidade e não tínhamos vinte pessoas a viver lá em casa, mas sim vinte. Houve receitas que coincidiram com tarefas menos boas como Pão de Ló e a Apple Pie que ficaram associadas a perdas ou fases menos boas e então evito fazê-las.
Gosto imenso de experimentar com bolos, fazer sabores menos esperados e ter camadas diversas e complexas, mas a minha mãe não se deixa seduzir pela complexidade, reclama porque prefere coisas mais simples e eu por defeito complico, assim serão sempre as mães e os filhos.
Hoje quero ver se consigo fazer o bolo e se ela aprecia a minha tentativa de descomplicar, depois logo vos conto como ficou.
Não vos consigo precisar quando é que a minha mãe deixou de fazer bolos, tenho memórias vagas em criança na cozinha a vê-la fazer bolo de chocolate e o meu irmã a comer a massa crua nas varetas da batedeira. Bolo de chocolate foi das primeiras coisas que eu aprendi a fazer e também fiz bolo de pacote com doze anos, era da Oetker há que assumir as coisas, se hoje me horrorizo com bolos feitos através de misturas pré-feitas, foi assim que aprendi a fazê-los. Depois comecei eu a fazer e ela deixou-se disso, talvez porque eu os fazia com regularidade e não tínhamos vinte pessoas a viver lá em casa, mas sim vinte. Houve receitas que coincidiram com tarefas menos boas como Pão de Ló e a Apple Pie que ficaram associadas a perdas ou fases menos boas e então evito fazê-las.
Gosto imenso de experimentar com bolos, fazer sabores menos esperados e ter camadas diversas e complexas, mas a minha mãe não se deixa seduzir pela complexidade, reclama porque prefere coisas mais simples e eu por defeito complico, assim serão sempre as mães e os filhos.
Hoje quero ver se consigo fazer o bolo e se ela aprecia a minha tentativa de descomplicar, depois logo vos conto como ficou.
terça-feira, 17 de setembro de 2013
Eu quero umas férias fixes
Domingo foi o regresso ao podcast, já não acordava às 9 da manhã a para gravar há algum tempo, adivinham-se mudanças resta saber se para melhor ou pior. O programa foi divertido, fiz uma imitação má da Kathy Griffin a imitar a Cher a cantar o Believe com a letra do "Quero uma mala chique", nada que não tivesse feito pior.
O Domingo foi a correr com o aniversário a meio e muito trânsito para regressar a Lisboa, graças aos deuses que o Verão já está no ir, já não aguento mais.
Esta é a minha semana pré-férias, pelas quais estou ansioso e já não aguento mais, preciso de dormir, descansar, escrever, cozinhar, ter tempo para mim e não me preocupar com o despertador, o fato e a gravata.
Recomeçou a época das séries, tenho já um episódio de " para ver e o de uma série nova "Sleepy Hollow" que não faço ideia como seja, mas fico muito contente, séries permitem-me escapismo puro e embora a minha realidade até não seja cruel, é algo que me acompanha, quarenta minutos que vivo noutro universo.
Um abraço
O Domingo foi a correr com o aniversário a meio e muito trânsito para regressar a Lisboa, graças aos deuses que o Verão já está no ir, já não aguento mais.
Esta é a minha semana pré-férias, pelas quais estou ansioso e já não aguento mais, preciso de dormir, descansar, escrever, cozinhar, ter tempo para mim e não me preocupar com o despertador, o fato e a gravata.
Recomeçou a época das séries, tenho já um episódio de " para ver e o de uma série nova "Sleepy Hollow" que não faço ideia como seja, mas fico muito contente, séries permitem-me escapismo puro e embora a minha realidade até não seja cruel, é algo que me acompanha, quarenta minutos que vivo noutro universo.
Um abraço
segunda-feira, 16 de setembro de 2013
Siblings
Não falava com o meu irmão há pelo menos um ano e meio, somos muito diferentes, há coisas que se perdoam mas não se esquecem e lamentavelmente não é uma pessoa que faça parte do meu quotidiano, por vezes (e perdoem a franqueza) até me esqueço dele, da mulher e dos filhos.
Foi diagnosticado um linfoma à mãe, mais uma forma de cancro maligno que nos persegue na família, já iniciou três ciclos de quimio mas cada vez que começa, passado três dias os níveis descem drasticamente e ela tem que ser operada.
Não estou optimista, nunca estive, senti a sombra do Grim Reaper desde o início e acho sempre que estou a projectar o que aconteceu com a minha irmã. Acho o percurso muito parecido, acho o discurso muito parecido e acho que tudo se aproxima rapidamente.
Temos falado mais vezes, pelo menos uma vez por semana e estamos tão desligados que não sei se lhe faz bem ou mal, se lhe devia ligar mais, se ele gosta que ele lhe ligue.
A vida dá muitas voltas...
Foi diagnosticado um linfoma à mãe, mais uma forma de cancro maligno que nos persegue na família, já iniciou três ciclos de quimio mas cada vez que começa, passado três dias os níveis descem drasticamente e ela tem que ser operada.
Não estou optimista, nunca estive, senti a sombra do Grim Reaper desde o início e acho sempre que estou a projectar o que aconteceu com a minha irmã. Acho o percurso muito parecido, acho o discurso muito parecido e acho que tudo se aproxima rapidamente.
Temos falado mais vezes, pelo menos uma vez por semana e estamos tão desligados que não sei se lhe faz bem ou mal, se lhe devia ligar mais, se ele gosta que ele lhe ligue.
A vida dá muitas voltas...
La Cattiveria
Anteontem falava com um amigo do início da minha idade adulta, o D. ríamos porque perguntámo-nos há três anos se achávamos se iríamos estar onde estamos e foi uma risada pegada, porque tudo se compôs mas talvez não da maneira como eu achava.
Nas várias capelinhas por onde andámos, o A. ria-se da maldade aparentemente, de requintes de malvadez, como eu lhe dizia "non credi nella mia cattiveria?", pois somos opostos eu mais vocal e ele mais reservado, o G. ria-se e o D. já me conhece há muito tempo.
A maldade tem muito que se lhe diga, e só conhecendo o nosso lado mais sombrio é que lhe podemos fazer frente ou resistir aos impulsos que podem eventualmente surgir sem aviso, sem nada a ver com com um desconhecido nos oferecer flores.
Eu conheço a minha cattiveria, demasiado bem para não a levar a sério.
quinta-feira, 12 de setembro de 2013
Pornografia com águias
E antes que pensem que é mais um produto para os adeptos do Benfica estão profundamente enganados.
O mercado de manga é tão extenso e com tanta temática que consegue supreender-me mesmo após quase vinte anos de estar imerso nesta área da cultura pop.
Já vi muita coisa, ele é tentáculos, ele é furries, ele é a temática de violação... mas... pornografia gay com águias supera tudo.
Bird Boy Love pode ser visto aqui caso pensem que eu poderia estar a gozar, agora dêem um-me uns instantes enquanto vou lavar as córneas com lexívia.
Porquê Japão? Porquê?
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