Continuando esta minha estúpida tradição de trabalhar aos fins de semana, sábado fui fazer maquilhagem para um videoclip, como estas coisas alterou várias vezes mas no fim passou para 24 horas das 9 da manhã de sábado às 9 da manhã de domingo.
Não vou dar pormenores do que é que eu fiz, nem dizer o nome da banda porque estaria aqui a fazer um spoiler mas para mim foram 13 horas seguidas com alguns intervalos entre takes. Desde maquilhar todo torto sem cadeiras decentes, sem luz decente, a corrigir coisas mesmo em cima da câmara porque a puta da luz fez com aquilo ficasse assimétrico cheguei a casa podre.
Ontem bezerrei bué e hoje confesso que bezerrava mais.
E amanhã tenho que acordar às 5 para estar em Évora às 9 e vou de comboio, toca lá de encher o tablet com media para me distrair.
Querido diário, eu sei que não sou cristão nem católico, mas também é parecido e pode ser já quinta-feira, pode?
Obrigado.
segunda-feira, 30 de março de 2015
terça-feira, 24 de março de 2015
Antecedendo à festa cristã sobre coelhos, flores e ovos (de preferência tudo de chocolate)
Mais uma altura festiva e mais um fazer malas e ir à casa da minha infância, mimar a minha Hécate e passar algum tempo com a minha mãe. É um exercício com as suas particularidades.
Amo mamãe profundamente mas temos uma relação duplamente sádico-masoquista e nestas alturas festivas em que a amargura vem ao cimo vamos invariavelmente acabar por chocar.
No outro dia perguntavam-me "Mas porque é que não ficas em casa, assim não te chateias.", é um facto mas mamãe conseguiu incutir um enorme sentimento de culpa ao longo dos anos e acho que só com uma lobotomia é que aquilo sai, mas também sai tudo logo a seguir.
segunda-feira, 23 de março de 2015
Cenas que eu até gostava de saber #2
Na altura pareceu-me interessante o desafio (quando estiver tudo concluído eu conto-vos aqui) mas honestamente o que é que me passou pela cabeça por ter ficado a trabalhar durante dois dias fechado em casa. Quem disse que quem corre por gosto não cansa nunca deve ter corrido.
quarta-feira, 18 de março de 2015
Eolo o consumista
Chegou o sexto Blu-ray e é tão lindo! ;_;
Além do Blu-ray mandei vir o primeiro volume da terceira edição de Sailormoon que vem num formato quase A5, capas espectaculares e todos os separadores de capítulo que nas outras versões eram a preto e branco estão a cores.
O charm até agora é o mais giro!
terça-feira, 17 de março de 2015
Anata dake no Fushigi no Kuni (Um País das Maravilhas só para ti)
Não é throwback thursday mas até podia ser, em 1996 o Eolo estava imerso num mundo de image songs, seiyuus e todo um universo novo. Não havia net mega rápida e não encontrávamos com facilidade aquilo que queríamos e vinham cassetes em formato NTSC que eram convertidas e regravadas até à exaustão.
Foi o início das amizades mais longas que tenho até hoje e agora provavelmente só eu é que volta e meio obceco com a nostalgia das coisas mas tive uma ligeira saudade daqueles tempos em que coisas tão simples como desenhos animados em versão original eram procurados avidamente e esperávamos meses até chegarem cá e o valor das coisas era muito maior (e melhor), um episódio de 20 minutos sabia-nos pela vida.
Este vídeo não tem interesse nenhum (tirando a animação maravilhosa da Mad House) mas na altura ainda me lembro de estarmos todos sentados no "Quinto Andar" a ver isto, fazer rewind e ver outra vez...
Por vezes os jovens dão-me esperança
O meu afillhado, que adoro profundamente, ontem chegou a casa com uma dúvida existencial que decidiu partilhar com a mãe:
Ele-Ó mãe, sabias que há meninos que usam maquilhagem?
Ela-Sim.
Ele-E podem?
Ela-Sim, podem. Há muitos homens que usam maquilhagem.
Ele-Mas tu conheces algum?
Ela-Sim, conheço.
Ele-A sério? Quem é?
Ela-O tio.
Ele-Mas ele não precisa porque já é bonito.
O que me dá esperança obviamente não é a questão do bonito ou deixar de ser bonito mas pensar que as próprias crianças vão desmistificando e desmantelando coisas básicas.
Ele-Ó mãe, sabias que há meninos que usam maquilhagem?
Ela-Sim.
Ele-E podem?
Ela-Sim, podem. Há muitos homens que usam maquilhagem.
Ele-Mas tu conheces algum?
Ela-Sim, conheço.
Ele-A sério? Quem é?
Ela-O tio.
Ele-Mas ele não precisa porque já é bonito.
O que me dá esperança obviamente não é a questão do bonito ou deixar de ser bonito mas pensar que as próprias crianças vão desmistificando e desmantelando coisas básicas.
Eolo versus "The Unbreakable Kimmy Schmidt"
Sou um name listener, ou seja há nomes que me chamam imediatamente a atenção e vou logo ver o que se trata, Tina Fey é um desses nomes. Quando descobri que ela co-criou a série "The Unbreakable Kimmy Schmidt" fui logo ver e já estou no quarto (ou é no quinto) episódio.
Kimmy Schmidt foi convencida, com 15 anos, por um reverendo de um culto que a Terra tinha sido destruída e viveu com mais 3 mulheres (e o reverendo) num abrigo sub-atómico até ser salva em 2015.
Depois dos media se cansarem da história das mulheres-toupeira, Kimmy decide ficar em Nova Iorque e enfrentar uma nova era em que tudo está completamente diferente.
A série é engraçada, pelo elenco maioritariamente mas também pelo facto de não se levar a sério, não me agarrou pelo coração mas vou vendo e vou sorrindo.
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