quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Gostos vulgares

Considero-me uma pessoa bastante vulgar no que diz respeito a perfumes, não acho que tenha um nariz extremamente sofisticado ao ponto de conseguir decifrar as notas todas e gosto de notas que basicamente se traduzem num grande sucesso comercial, coisas como baunilha, bergamota, folhas de violeta, rosas e jasmim. O que significa que todos os meus perfumes, com raríssimas excepções são extremamente fortes e adocicados. Gosto de perfumes lineares, gosto daquilo que diz o que é.

O mais recém-chegado é o Tobacco Vanille do Tom Ford, faz parte do primeiro alinhamento da colecção Private Blends e é o meu preferido juntamente com o Jasmim Rouge e é, como eu gosto, extremamente linear (mas de uma forma boa) basta um spray para envolver a minha pele num tom quase demasiado intenso do tabaco e a baunilha chega depois, cheira a "senhor", a seiva de árvores com um toque de âmbar e fica nas minhas camisolas quanto baste para se repetir alguma não colocar outro perfume por cima.

Quando digo que é vulgar é porque é "unapologetic", é um perfume que se sente quando entramos e intromete-se nos outros, é como eu por vezes mais vulgar do que sofisticado mas se quiser consegue disfarçar nem que seja por um curto espaço de tempo.

No 2015 in review...

Este ano foi incrivelmente duro a vários níveis, não vou fazer desejos, nem resoluções, nem nada.

Esquece lá isso como diz o outro.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Já cá faltava

Adoro adoro adoro gente estúpida a comentar aquilo que chamam "a lei do piropo", desde de dizer que é o que dá termos um governo de esquerda, a banalizar uma coisa que é atroz, a fazerem piadinhas de mau gosto.

E lerem o artigo malta, não? Ah, dá trabalho, mas são só três ou quatro linhas, não... preferes ir mandar bitaites para o Feice? Carga nisso eihn.

FÉRIAS

Obrigado obrigado!


E começa...

Depois do post do N a m o r a d o, comecei a ver o link do último post de um blog em que alguém narra uma luta inglória contra o cancro, esse link já está por todo o lado na minha feed do Facebook.

Não consigo ler, já estive numa batalha perdida contra o cancro ao lado d'Ela e não há nada que aquele blog me possa dar que não tenha experimentado na segunda pessoa, infelizmente sei o que é aquilo tudo numa das pessoas que mais amo e amarei para sempre.

Não critico quem leia, a mim não me vai dar nenhuma revelação de Dickens de que temos que aproveitar a vida e que é tudo efémero porque já passei por isso tudo.

Por dezenas de corredores de hospitais do nosso país há histórias assim cujos protagonistas não escolhem idade, cor, credo, género, nada e saúdo-os na esperança de que tenham um final mais feliz do que o meu.

Meanwhile...

Estou na recta final para ir de férias, faltam precisamente oito horas e cinquenta minutos até ir fazer a mala, este ano consegui ser mais idiota do que o costume na marcação de férias e por isso estive na segunda metade de 2015 a arrastar-me pelos cantos. Se eu fizesse resoluções de fim de ano seria não ser idiota na marcação de férias.

domingo, 27 de dezembro de 2015

Natal - Aftermath

Tive aquilo que desejei pelo Natal, muita serenidade e ainda tive direito a um presente extra, uma malvada constipação que no processo deixou o meu nariz completamente seco e os lábios a parecerem os de um extra de Walking Dead, tenho um café com amigos daqui a pouco e estou a colocar camadas e camadas de creme nas zonas porque senão não há base que me salve.