Ainda que a qualidade não seja a melhor já apareceu uma imagem com o novo character design para a continuação de Sailor Moon Crystal com Uranus e Neptune em primeiro plano.
Isto só vai piorar pessoal... :)
sábado, 9 de janeiro de 2016
sexta-feira, 8 de janeiro de 2016
Le soin des hommes #5 - Giorgio Armani Luminous Silk Compact
Isto vai por fases, primeiro um pózinho sem cor e agora uma base em pó, mas fear not dois ou três que lêem isto, por muita vontade que eu vos quisesse ver a enviar audições para Rupaul's Drag Race, este produto em particular mantém-vos sem ar de traveca, a não ser que queiram que também é fixe!
Na primeira década de 2000 foi criada a Armani Beauty, originalmente só dedicada a perfumes mas decidiu estender os bracinhos para a cosmética, um dos produtos que fez furor foi a base Luminous Silk, inspirada na luminosidade da seda (todas as bases da Armani são inspiradas em tecidos) e lembro-me que a comprei e usei durante algum tempo mas como tenho a pele oleosa, uma base cujo ponto forte é reflectir luz não é a melhor ideia a não ser que estejamos sempre a retocar o pó.
Este ano a casa reformulou a Luminous Silk numa versão de pó prensado e foi amor à primeira vista, super ligeira e discreta para quem quer ter o look da minha pele, mas melhor.
É para mim um Holy Grail especialmente para homens que querem manter-se o mais naturais possíveis e depois de quatro meses já comprei uma recargas porque a desgraçadinha está a acabar.
Idealmente temos que comprar a caixa (com fecho magnético) e uma recarga que vem com o pó e uma esponja com texturas diferentes de cada lado, um lado bege para retocar, um lado preto para aplicar com mais cobertura. Eu como sou do contra não uso a esponja porque para a manter o mais discreta possível uso um pincel de pó para aplicar em todo o rosto e só se tiver uma erupção vulcânica é que uso a esponja para aplicação localizada com mais produto. Qualquer pincel de blush, pó dá honestamente, eu uso o mini-kabuki da NARS porque como tem cerdas mas densas permite uma aplicação controlada com um efeito natural.
O nome leva a algumas confusões, quando é aplicado o acabamento é totalmente matte como a maioria dos pós e só no decorrer do dia é que vemos a tal luz, não controla a 100% a oleosidade mas não nos dá um ar gorduroso. A minha pele não reclama (o que é um ponto positivo) e a minha maior crítica vai para os tons disponíveis em Portugal, começam no 4.5 e vão até ao 6 e não abrangem todas as tonalidades de pele, na loja a resposta que me deram foi que os tons mais claros são destinados exclusivamente ao mercado asiático e só se vendem na China, Coreia e Japão. Nunca pensei que Roma, Paris e Londres fizessem parte da Ásia assim como o Duty Free do aeroporto de Lisboa que tem os tons todos, na realidade é um misto da relutância da L'Óreal (que é o distribuidor da Armani Beauty) em colocar os tons mais claros no mercado português como já o fez com outros produtos desta marca mas posteriormente acaba por colocar todos. O primeiro tom que eu testei é o 4.5 e acho-o ligeiramente escuro mas como se trata de um pó aplicado a pincel a diferença da tonalidade não é perceptível e quando comprei a recarga achei o 5 mais claro e ligeiramente mais rosado. Se continuar a adquirir esta base (e há grandes probabilidades que o faça) ou me mantenho no 5 ou passo para o 4 (que é bastante mais claro e ligeiramente amarelo que disfarça eventuais vermelhões).
Após mais de uma década a testar maquilhagem em pele de homem, o que eu não teria dado por um produto destes quando comecei a usar bases em pó, na altura o Studio Fix da MAC era o mais popular mas além de escurecer em peles oleosas, não era amigo de peles com tendência acneica e não aconselhado para uso diário.
Encontram um counter Armani no El Corte Inglés ou em lojas online como o Selfridges ou Le Bon Marché.
quarta-feira, 6 de janeiro de 2016
Update - Ms. Marvel Volume One: No Normal
Kamala Khan é um adolescente de descendência paquistanesa que vive em Jersey City e é a primeira heroína muçulmana com o seu próprio título da Marvel Comics.
Foi a minha escolhida para o "Estilhaça-me - Um protagonista com poderes" e faz-me lembrar muito o Peter Parker com os dilemas de adolescente versus a responsabilidade de ser o Spider-Man.
A produção da Graphic Audio transformou a história da origem da nova Miss Marvel em prosa com um elenco, banda sonora e efeitos especiais. Já escrevi aqui sobre as produções da Graphic Audio e espero ansiosamente a continuação da saga da nova Ms. Marvel que conta com a participação de Wolverine e será também adaptada pela Graphic Audio, se ao menos fizessem a adaptação da saga da Dark Phoenix eu ficaria bastante feliz.
Só faltam onze!
terça-feira, 5 de janeiro de 2016
domingo, 3 de janeiro de 2016
Desafio Literário 2016
Uma grande amiga minha, a S. a quem eu peguei o bicho dos audiolivros lê e ouve centenas por ano, sim centenas eu por vezes nem sei como é que ela dorme! Inclusive está num grupo do Good Reads em que criam mensalmente desafios complexos para os quais eu sou extremamente desorganizado e não tenho tempo mas fica o bichinho de fazer pelo menos uma vez, o Mikel colocou aqui um desafio que ele aceitou no início do ano e como não tem tempo limite achei que seria engraçado fazer só porque sim, a la bucket list especialmente porque as temáticas estão mais ou menos dentro daquilo que eu costumo ouvir e já tenho uma série deles em fila que se adaptam para o desafio.
Aproveito e começo já a juntar títulos para o meu desafio de ler/ouvir 70 livros em 2016, daqui excluem-se todos os livros de cozinha, técnicos, manga ou comics senão acabava num instante.
Se alguém tiver ideias para uma trilogia deixe nos comentários.
sábado, 2 de janeiro de 2016
The Man in the High Castle
Confesso que não sou fã de distopia, não amei a saga dos Hunger Games, ou Divergent ou coisas do género, mas na aula de japonês há umas semanas um colega sugeriu à professora a série "The Man in the High Castle" onde a Alemanha e o Japão tinham sido vencedores da Segunda Guerra Mundial e que me despertou a atenção.
A série é produzida pela Amazon (nem sabia que a Amazon criava conteúdos originais) e a primeira temporada tem dez episódios. Recomendo vivamente, todo e qualquer conteúdo que pudesse colocar para vos atiçar a curiosidade só ia estragar aquilo que me fez ver dez episódios em duas vezes.
A série é inspirada num livro de Philip K. Dick que se propõe a ser um livro de história paralela com diferenças, já esperadas, da série de televisão. Depois se achar extremamente fascinante escrevo aqui cenas.
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