quarta-feira, 10 de fevereiro de 2016
terça-feira, 9 de fevereiro de 2016
Sanremo 2016
Todos os anos vemos o festival de Sanremo cá em casa, "vemos" é talvez uma expressão forçada porque eu faço só cameos e vou vendo séries enquanto a sessão do Festival vai dando, a minha favorita é a Patty Pravo que regressa a Sanremo e festeja 50 anos de carreira.
Deixo-vos com uma das minhas canções preferidas da Patty, "E dimmi che non vuoi morire."
Deixo-vos com uma das minhas canções preferidas da Patty, "E dimmi che non vuoi morire."
Só uma nota, não acho que ela vá ganhar mas não deixa de ser a minha preferida, e além disso vai, genialmente, fazer um cover de si própria na quinta-feira em que os concorrentes interpretam canções famosas.
Um dos highlights desta primeira noite foi Laura Pausini que fez um medley dos seus maiores sucessos e no final interpretou "La Solitudine" em simultâneo com o vídeo em que a interpretava pela primeira vez.
Também lá esteve o Elton John mas meh, preferi quando ele foi com o RuPaul cantar o "Don't go breaking my heart" em 1994.
Uma nota que pelo menos três artistas levam pulseiras com as cores do orgulho LGBT que ainda parecendo pouco, é bastante num país católico e machista como a Itália.
Quando tiver o inédito que ela vai representar amanhã eu publico.
domingo, 7 de fevereiro de 2016
Um par de sapatos e um ferro de engomar
Depois de dois anos de festarolas, eu a bater à porta e dizer que gostava de Madonna mas que não na versão karaoke nem às duas da manhã, depois do que eu acho que foram experiências sociológicas para uma tese rebuscada a usar o Grindr como principal ferramenta, do "bocadinho" de arroz que basicamente foi um pacote sem o restinho da vergonha, as molas da roupa, o saca-rolhas, as DUAS vassouras e o tumps tumps tumps tumps que me diziam que era sexta-feira à noite, depois de tudo isto o meu vizinho cujo nome eu não sei foi-se embora.
Ontem engonhei antes de ir para aula de japonês porque não queria que me pedisse ajuda a levar caixas, afinal de contas lata nunca faltei e eu nunca disse ser uma boa pessoa.
Lá dizia o grande sábio, adeus ó vai-te embora, adeus, saudades são coisas que não deixas e outras coisas que tais.
Os sapatos e o ferro de engomar foram o augúrio da partida, confesso que já andei a consultar dicionários de simbologia mas não tenho provas de que sejam um símbolo de partida. No entanto quando voltar a ver um par de sapatos e um ferro de engomar já sei que alguém se vai embora.
Não sei se vou ter alguém a habitar a casa do lado em breve mas pior do que alguém insuportável que "conhecemos" (uso o termo aqui com alguma liberdade) é alguém que desconhecemos por completo e está para vir.
Ontem engonhei antes de ir para aula de japonês porque não queria que me pedisse ajuda a levar caixas, afinal de contas lata nunca faltei e eu nunca disse ser uma boa pessoa.
Lá dizia o grande sábio, adeus ó vai-te embora, adeus, saudades são coisas que não deixas e outras coisas que tais.
Os sapatos e o ferro de engomar foram o augúrio da partida, confesso que já andei a consultar dicionários de simbologia mas não tenho provas de que sejam um símbolo de partida. No entanto quando voltar a ver um par de sapatos e um ferro de engomar já sei que alguém se vai embora.
Não sei se vou ter alguém a habitar a casa do lado em breve mas pior do que alguém insuportável que "conhecemos" (uso o termo aqui com alguma liberdade) é alguém que desconhecemos por completo e está para vir.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016
Update - "Ink"
Uau, tenho tantos mixed feelings em relação a este livro, Por um lado tem conceitos interessantes como o poder de animar coisas desenhadas aliadas à caligrafia japonesa e potencial para mais (há pelo menos mais 2 livros que ainda não li, logo decido) mas depois tem o insta-love de livros young adult e uma série de coisas que me irritam.
O livro tem uma protagonista americana que, por força das circunstâncias, vive com a tia no Japão, tenho algum carinho por tentar adaptar a cultura japonesa a um ouvinte ocidental mas a utilização de expressões desnecessárias como 携帯 (keitai, dei keitai bango "telemóvel") ou coisas que para mim não fazem sentido nenhum e dão-lhe ar de fanfic rasca, coisas como おかえり (Okaeri, expressão de boas vindas dada a quem chega a casa) não chateia mas as outras são super forçadas.
É rebuscado mas preenche o "Animais Fantásticos e Onde Habitam - Um livro com seres mágicos".
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016
Update - Time Thief
A Katie Macalister escrever, aquilo que é descrito pela Felicia Day, vaginal-urban-fantasy. O primeiro livro que eu ouvi da Katie Macalister foi o primeiro da série "Aisling Grey" com o "You Slay Me" com um humor muito tongue in cheek e o melhor sidekick ever. Uma amiga minha com quem eu insisti em ler a Aisling ficou fã da autora e leu praticamente tudo e eu não ligo às outras séries. Dito isto, precisava de um livro sobre viagens no tempo e li alguns reviews que faziam alusão aos diálogos com algum bantering e decidi experimentar... Ai... um conceito que podia ser interessante como o de roubar tempo mas gera uma série de paradoxos temporais que são esquecidos quando convém à autora. A realidade é que escrever sobre manipulação temporal não é nada fácil e não me parece que a Macalister seja a melhor pessoa para o fazer, a série continua mas eu vou ficar-me por aqui.
Kiya é uma heroína que tem conversas com o seu ID, ego e superego, conhece gajos bons que são nómadas e uma senhora que tem pugs. Pelo meio temos o fantasma estereotipado de um indiano, uma série de personagens tão shallow que se confundem e a única coisa pela qual dei duas estrelas foi aos diálogos entre Kiya e Peter que são engraçados pelo absurdo que são mas nada mais do que isso. Com isto risco o "Doctor Who - Um livro sobre viagem no tempo", o que me leva a pensar que se calhar tinha-me ficado por um dos livros de Doctor Who mas já tinha achado que abusei ao ser tão literal com a parte "Star Wars".
Giveaway literário
Hello queens, sometimes who comes first is one who gets the worm.
Tenho o livro policial "The Cuckoo's Calling" (paperback) do Robert Gailbraith (um pseudónimo da J. K. Rowling) para oferecer e como não gosto de cenas muito complicadas e sai do bolso de yours truly, quem comentar primeiro a dizer QUERO leva o livro.
That's all.
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