Her - How are things?
Me - Stressfilled. It's like pastry cream but tastes like stress.
terça-feira, 31 de maio de 2016
quinta-feira, 26 de maio de 2016
A idade já não é o que era...
Acordei às sete da manhã e fui para a clássica reunião de encher os chouricinhos. Quanto mais tempo passa, menos eu percebo corporate mentality e as prioridades que as empresas têm.
Seguiu-se um dia do demónio com a pequena luz ao fundo do túnel de um jantar com amigos na Tasca Anti-Dantas que não deixou de ser carrossel, umas vezes em cima e outras em baixo, confundiram o dia da nossa reserva e deram-nos uma garrafa de tinto para encher mais uns chouricinhos (há dias que parece que a minha vida é toda um fumeiro) e começámos a jantar com quase duas horas de atraso.
Há umas semanas quando estive na terra do Tintim deu-nos uma paragem mental e andámos à procura de fondue de queijo mas só encontramos fondu de queijo, comi-o na tasca mas #ficaadica que batata doce desfaz-se toda no queijo derretido.
Acabámos a noite no Titanic sur Mer, e tive cãibras nos dedos dos pés e nas pernas e mesmo assim continuei a dançar, vimos algumas lip sync battles mas às quatro já estávamos em casa. Não me apetece a fazer a ponta e estou morto no sofá...
Seguiu-se um dia do demónio com a pequena luz ao fundo do túnel de um jantar com amigos na Tasca Anti-Dantas que não deixou de ser carrossel, umas vezes em cima e outras em baixo, confundiram o dia da nossa reserva e deram-nos uma garrafa de tinto para encher mais uns chouricinhos (há dias que parece que a minha vida é toda um fumeiro) e começámos a jantar com quase duas horas de atraso.
Há umas semanas quando estive na terra do Tintim deu-nos uma paragem mental e andámos à procura de fondue de queijo mas só encontramos fondu de queijo, comi-o na tasca mas #ficaadica que batata doce desfaz-se toda no queijo derretido.
Acabámos a noite no Titanic sur Mer, e tive cãibras nos dedos dos pés e nas pernas e mesmo assim continuei a dançar, vimos algumas lip sync battles mas às quatro já estávamos em casa. Não me apetece a fazer a ponta e estou morto no sofá...
terça-feira, 24 de maio de 2016
Eu e Mamãe
- Filho, sabes o que é que vendem na Bimba e Lola?
- De facto ponderei uma carreira como drag queen, mas não foi para a frente.
- De facto ponderei uma carreira como drag queen, mas não foi para a frente.
domingo, 10 de abril de 2016
Eolo and the tea ceremony
Vamos para o último capítulo do segundo livro de língua japonesa e de todos os manuais que eu usei, o Genki é talvez o mais interessante para aprendizagem da língua ainda que não o considere um livro para auto-aprendizagem.
Pelo meio das aulas de gramática e muitos exercícios, vamos tendo algumas em que o foco está na cultura japonesa, esta semana fomos "convidados" para 茶道 ou a cerimónia do chá.
Se têm paciência para as minhas ramblings e análises dos episódios de Sailor Moon, eu neste post falo das desventuras de Usagi e Chibiusa na cerimónia do chá que não são muito diferentes das minhas.
A professora tirou todas as mesas da sala de aula, parte estava coberta com tatami e a outra parte com cobertores e almofadas, à chegada fomos convidados a retirar os sapatos e lavar as mãos. Todo o processo é extremamente zen e depois de ficarmos familiarizados com os utensílios para a cerimónia que são normalmente de madeira lacada começamos por "peneirar" o matcha (chá verde em pó) por duas peneiras e aqui começou logo a minha desgraça, peguei no pacote do chá ao contrário e ouve uma expulsão verde de pó... Depois de muita paciência da professora que retirou o chá do tatami com uma pena, continuámos na cerimónia que têm uma série de gestos coreografados em que preparamos a taça, colocamos o chá, a água, viramos a chávena e oferecemos ao nosso "convidado" com vénias lá pelo meio, recebemos a taça e limpamos tudo.
Quando digo que a coisa é muito zen é porque inconscientemente ficámos extremamente calados enquanto cada aluno ia trocando de papéis a fazer ou a receber o chá enquanto comíamos yokan e manju.
A única vez que "participei" numa cerimónia do chá foi em 1996 ou 97 num encontro dos amigos do Japão em que todo o tipo de expressão cultural era demonstrado em várias salas, desde vestirmos kimono (a minha mãe perdeu a foto...), fazermos pequenas peças de artesanato e comermos algumas coisa, havia também a participação numa cerimónia do chá cheia de gente em que estávamos sentados em cadeiras e apenas bebíamos o chá que nos era oferecido. Desta vez foi tudo mais intimista em que até entre alunos acabamos por ter uma interacção diferente daquela que é habitual porque as várias trocas de fazer e beber permitiram interagir com colegas com os quais por norma não falamos por uma questão de disposição da sala.
Para além disso estou com os joelhos e as pernas feitos num oito, depois de duas horas e meia sempre de joelhos em cima do tatami.
Não seria uma coisa que eu me visse a fazer lá por casa, por um lado por falta de espaço mas por outro pela falta de praticabilidade, mas houve alturas em que enquanto se fazia o chá que me senti extremamente sereno (o que é raro) e muito desligado de tudo o que estava ao meu redor até a professora tentar corrigir a postura das mãos. Se tiver a oportunidade de voltar a repetir, farei com toda a certeza, na esperança porém que não entorne o matcha.
Pelo meio das aulas de gramática e muitos exercícios, vamos tendo algumas em que o foco está na cultura japonesa, esta semana fomos "convidados" para 茶道
Se têm paciência para as minhas ramblings e análises dos episódios de Sailor Moon, eu neste post falo das desventuras de Usagi e Chibiusa na cerimónia do chá que não são muito diferentes das minhas.
A professora tirou todas as mesas da sala de aula, parte estava coberta com tatami e a outra parte com cobertores e almofadas, à chegada fomos convidados a retirar os sapatos e lavar as mãos. Todo o processo é extremamente zen e depois de ficarmos familiarizados com os utensílios para a cerimónia que são normalmente de madeira lacada começamos por "peneirar" o matcha (chá verde em pó) por duas peneiras e aqui começou logo a minha desgraça, peguei no pacote do chá ao contrário e ouve uma expulsão verde de pó... Depois de muita paciência da professora que retirou o chá do tatami com uma pena, continuámos na cerimónia que têm uma série de gestos coreografados em que preparamos a taça, colocamos o chá, a água, viramos a chávena e oferecemos ao nosso "convidado" com vénias lá pelo meio, recebemos a taça e limpamos tudo.
Quando digo que a coisa é muito zen é porque inconscientemente ficámos extremamente calados enquanto cada aluno ia trocando de papéis a fazer ou a receber o chá enquanto comíamos yokan e manju.
A única vez que "participei" numa cerimónia do chá foi em 1996 ou 97 num encontro dos amigos do Japão em que todo o tipo de expressão cultural era demonstrado em várias salas, desde vestirmos kimono (a minha mãe perdeu a foto...), fazermos pequenas peças de artesanato e comermos algumas coisa, havia também a participação numa cerimónia do chá cheia de gente em que estávamos sentados em cadeiras e apenas bebíamos o chá que nos era oferecido. Desta vez foi tudo mais intimista em que até entre alunos acabamos por ter uma interacção diferente daquela que é habitual porque as várias trocas de fazer e beber permitiram interagir com colegas com os quais por norma não falamos por uma questão de disposição da sala.
Para além disso estou com os joelhos e as pernas feitos num oito, depois de duas horas e meia sempre de joelhos em cima do tatami.
Não seria uma coisa que eu me visse a fazer lá por casa, por um lado por falta de espaço mas por outro pela falta de praticabilidade, mas houve alturas em que enquanto se fazia o chá que me senti extremamente sereno (o que é raro) e muito desligado de tudo o que estava ao meu redor até a professora tentar corrigir a postura das mãos. Se tiver a oportunidade de voltar a repetir, farei com toda a certeza, na esperança porém que não entorne o matcha.
sábado, 9 de abril de 2016
Anime Reviews - Bishoujo Senshi Sailor Moon Crystal #27 - Infinity 1 - Premonição (Parte 1)
O post é mega picture heavy e capturei-as todas eu.
Finalmente chegou a nova série de Sailor Moon Crystal, chamada pelos japoneses de "Season 3" e que vai contar o terceiro arco à semelhança da obra original de Naoko Takeuchi em 13 episódios.
O primeiro acto do manga está dividido em dois episódios e ao contrário do seu alter-ego de anime de 1995, a versão do manga coloca muito mais personagens em cena em menos tempo, as personagens parecem bastante mais bem caracterizadas do que nos primeiros 26 de Crystal.
Esta série é claramente para os fãs que agora estão na faixa dos 30-40 e a abertura é bastante clara no que diz respeito a spoilers mostrando já a Super Sailor Moon, Sailor Saturn e Sailor Pluto (que morreu no episódio 25 de Crystal depois de violar o terceiro tabu ao parar o tempo) mas nem tudo são rosas porque não suporto o novo genérico "New Moon ni Koi Shite" (Apaixona-te pela Lua Nova) que me soa tremendamente meh e só vale pela animação.
Antes do genérico vemos Master Pharaoh 90 a falar sobre os planos que tem para a terra à Magus Kaolinite, aqui muito menos submissa que na versão original do anime sem rasto do professor Tomoe, yada yada o tempo da destruição, yada yada três estrelas (ou planetas porque no japonês a palavra é a mesma) yada yada impedir que a luz desperte.
Entra Usagi em cena, com uma cena de pequeno-almoço que serve de mise-en-scène do que vai ser um dos obstáculos das guerreiras sailor nesta temporada, têm ocorrido vários casos em que alunas da Academia Mugen (Infinito) que sofrem uma regressão evolutiva e se transformam em monstros, Chibiusa acha aquilo tudo normal e vai falar com o pai de Usagi sobre o fenómeno.
A primeira aparição de Michiru é igual ao manga, numa piscina com um corpo muito mais desenvolvido e que mostra a diferença de idades entre ela e Usagi que é apenas um ano de diferenças mas aparentemente aqui um ano é a mesma coisa, Michiru chama o seu helicóptero privado e corta a cena para mostrar Haruka que tem uma voz incrível muito semelhante ao timbre de Ogata Megumi (a actriz que deu voz a Haruka no anime original) mas mais baixo e ainda mais masculino, aqui Haruka não permite ambiguidade, usa o pronome "ore" exclusivo para rapazes e mais rude do que o "boku" que utilizava. Aqui Haruka é um génio dos carros de corrida, aquilo que é apenas um sonho na sua encarnação em Sailor Moon S e toda uma série de comentários que Ten'ou Haruka e Kaiou Michiru são um casal.
O primeiro encontro de Usagi e Haruka é no salão de jogos, ao passo que Michiru parece louca ao perguntar a Mamoru se ele teria sido um príncipe na sua vida passada pelo seu olhar nobre, isto é a pick up line das pick lines, não é pedir lume, não é perguntar se quer ir beber um café, é fazer alusões esotéricas para captar a atenção do alvo e consegue aparentemente porque ele fica a olhar para ela com ar de que se calhar ela precisa de tomar as gotas.
No meio da confusão uma aluna da Academia transforma-se num monstro numa cena alusiva aos ovos de daimon da Kaolinite e enquanto Mamoru leva Naru e Umino para segurança, as cinco transformam-se.
Considerações das transformações? Passaram a ser todas 2D ao contrário das antigas 3D de Crystal e usam a frase "~Planet Power, Make Up" que na série dos anos noventas foi exclusiva para Uranus, Neptune e Pluto.
Temos direito a dois ataques novos que antigamente foram só mostrados no manga, o Jupiter Coconut Cyclone e o Venus Wink Chain Sword. O da Jupiter tem um nome incrivelmente estúpido mas foi animado de uma forma extremamente inteligente e por isso fica desculpado, o monstro é destruído sem ser necessário que a Sailor Moon tenha qualquer intervenção e ficamos em cliffhanger porque Usagi (já no centro de comando sob o salão de jogos) diz que têm que ir investigar a Academia Mugen.
Nesta série temos uma caracterização da Usagi muito interessante, se por um lado continua trapalhona e infantil, por outro mostra uma maturidade diferente especialmente no primeiro monólogo em que diz que os dias de paz conquistados após a batalha com o Death Phantom serão de pouca dura e não se mostra resistente ao seu dever como protectora da Terra.
A Chibiusa consegue continuar a não ser irritante (só por isto já vale a Crystal inteira) e a Haruka e Michiru começam já a dar o ar da sua graça.
Este arco é o meu preferido, não só por ter as minhas personagens preferidas, porque foi o primeiro volume de manga que eu comprei ao calhas sem nem sequer saber que existia Sailor Moon em banda desenhada ou até que tinha tido a sua origem em livros em vez de ser o oposto num tempo para além do tempo em que a internet era um grande privilégio ao qual eu não tinha acesso de forma regular.
E só para eu não parecer um fanboy sem qualquer tipo de filtro crítico, há coisas que eu não gosto como algumas expressões demasiado infantilizadas que me lembram o franchise de Precure e os ataques parecerem menos em tempo real que foi uma das coisas que tinha gostado bastante na série anterior mas vou comer às colheres.
Nota final 4/5 - Não começo com um cinco porque haverão episódios com os quais vou vibrar mais, o daimon é extremamente genérico.
Podem adquirir a edição limitada em Blu-ray aqui.
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