segunda-feira, 20 de abril de 2015
Days of a Future Past - Graphic Audio
Hei-de ser sempre um menino de X-Men, lembro-me em criança de comprar o Superaventuras Marvel e devorar aquilo num ápice, uma das histórias que mais me marcou foi "Days of Future Past", em que num futuro distópico a América do Norte é regida pelos sentinelas que, após caçarem os mutantes e exterminá-los ou aprisioná-los em campos de concentração, viram os olhos para o resto do mundo.
Com a ameaça de um holocausto nuclear, alguns elementos dos X-Men enviam a mente de Kate Pryde para o passado de forma a que a esta tente evitar o assassinato do senador Robert Kelly que desencadeia os eventos que levaram à caça dos mutantes. Curiosa esta história de 1981 semelhante ao plot do filme Terminator de 1984.
A Graphic Audio, uma editora que adapta os livros a um formato de "radio-novela" pegou nesta história dos X-Men (a segunda, tendo sido a primeira a adaptação dos Astonishing X-Men de Joss Whedon) e coloca-a como uma incrível narração (espero) com vozes de actores para as várias personagens, efeitos especiais e bandas sonoras.
A minha saga preferida é a "Dark Phoenix Saga" que marcou a minha infância, mas esta está num merecido segundo lugar e estou em pulgas para a ouvir, uma vez que foi lançada hoje.
Deixo-vos o trailer e depois logo conto o que achei.
domingo, 8 de junho de 2014
X-Men Days of a Future Past
Lembro-me de ser miúdo e ler no Superaventuras Marvel a saga "Dias de um futuro esquecido", numa realidade qual Terminator, Kitty Pryde é enviada para o passado através dos poderes de Rachel Summers e regressa ao seu passado para impedir o assassinato do senador Kelly.
O filme mistura as realidades dos primeiros três filmes com personagens do filme First Class e troca o personagem que volta ao passado pelo emblemático Wolverine que muito sinceramente nunca me inspirou mesmo protagonizado pelo Hugh Jackman.
Mesmo com alguns personagens novos demais e outros velhos demais em relação à história original eu gostei e sou daqueles que saiu a espumar do terceiro filme da saga.
Trocaram o Kelly pelo senador Kelly e aproveitaram a popularidade do personagem de Game of Thrones para usar o mesmo actor, na realidade Bolivar Trask no filme é apenas um cientista obcecado pelo seu projecto e falta-lhe o background do original.
Perdeu-se a mensagem que caracteriza os X-Men, inicialmente focado no poder mutante como uma metáfora para o racismo e mais tarde estendeu-se a outras minorias num polêmico discurso do Prof. Xavier que na altura abalou a comunidade dos comics e não só.Os X-Men continuam a ser o emblema do "todos diferentes, todos iguais" apela à igualdade e aos direitos humanos.
Gostei muito da cena final e é sempre um prazer ver o Sir Ian McKellen e o Patrick Stewart assim como a química Charles/Erik e o meu adorado Fassbender.
Quem gosta de comics e ainda não viu, então dê um pulinho a uma sala de cinema.
Hoje vou ver o Malificent, mas cheira-me que será uma grandessissima e alternadissima tanga, mas I

