domingo, 6 de setembro de 2015
Mercantina made in Chiado
Eu não sei bem por onde é que hei-de começar, irrita-me falar com empregados de restaurante em português e responderem-me em inglês, detesto que não me ouçam quando eu digo que já conhecem e me perguntam se quero provar a melhor pizza de Lisboa... isto à porta, quando entrámos foi a mesma marmelada começaram a falar connosco em inglês e respondemos em português e voltaram a falar em inglês.
O serviço péssimo, uma amiga minha levou com um guardanapo sujo na cabeça e nem um "Desculpe lá qualquer coisinha.", um conhecido pediu risotto de farinheira e recebeu uma porção tão absolutamente ridícula que tivemos que falar e perguntar se era uma entrada, não era, aliás o maitre ou qualquer coisa que ele se queira chamar veio dar-nos uma explicação deliciosa "Temos que manter uma média de preço que não podemos subir e por isso quando usamos ingredientes bons as porções são mais reduzidas como por exemplo os raviolis de tartufo;" ao que eu disse "L., pensa assim comes pouco mas comes algo decente nós como temos porções maiores claramente estamos a comer uma merda qualquer.", nem um minuto depois voltou para nos perguntou se nos tinham informado que havia uma marcação para as 21:30, respondemos que não e lá ficámos.
A pizza para mim é inferior, o serviço péssimo, estavam com o fogo no cu e nem sequer perguntaram se queríamos entradas sempre a encher chouriços e uma antipatia que é fruto claramente de uma Lisboa turística que não é a minha Lisboa, deixo aqui a nota que gosto muito que Portugal tenha muito turismo mesmo que isso signifique ter o meu bairro cheio de turista de um lado para o outro.
Se quiserem provar a pizza da Mercantina andem mais um bocado e vão até Alvalade onde o serviço é melhor e a pizza também.
Depois fomos ao miradouro de S. Pedro de Alcântara e como já deviam saber que estávamos cansados que falassem em inglês connosco falaram em espanhol *suspiro profundo* e hoje para colocar a cerejinha no topo do bolo o senhor que veio entregar as compras foi um ex-colaborador meu que continuam alucinadíssimo e chegou com 45 minutos de atraso. Bem Mercúrio, se és tu que já vens a dar o ar da tua graça vou pedir que mandem um míssil nuclear para te tirar de órbita de uma vez por todas.
domingo, 8 de junho de 2014
X-Men Days of a Future Past
Lembro-me de ser miúdo e ler no Superaventuras Marvel a saga "Dias de um futuro esquecido", numa realidade qual Terminator, Kitty Pryde é enviada para o passado através dos poderes de Rachel Summers e regressa ao seu passado para impedir o assassinato do senador Kelly.
O filme mistura as realidades dos primeiros três filmes com personagens do filme First Class e troca o personagem que volta ao passado pelo emblemático Wolverine que muito sinceramente nunca me inspirou mesmo protagonizado pelo Hugh Jackman.
Mesmo com alguns personagens novos demais e outros velhos demais em relação à história original eu gostei e sou daqueles que saiu a espumar do terceiro filme da saga.
Trocaram o Kelly pelo senador Kelly e aproveitaram a popularidade do personagem de Game of Thrones para usar o mesmo actor, na realidade Bolivar Trask no filme é apenas um cientista obcecado pelo seu projecto e falta-lhe o background do original.
Perdeu-se a mensagem que caracteriza os X-Men, inicialmente focado no poder mutante como uma metáfora para o racismo e mais tarde estendeu-se a outras minorias num polêmico discurso do Prof. Xavier que na altura abalou a comunidade dos comics e não só.Os X-Men continuam a ser o emblema do "todos diferentes, todos iguais" apela à igualdade e aos direitos humanos.
Gostei muito da cena final e é sempre um prazer ver o Sir Ian McKellen e o Patrick Stewart assim como a química Charles/Erik e o meu adorado Fassbender.
Quem gosta de comics e ainda não viu, então dê um pulinho a uma sala de cinema.
Hoje vou ver o Malificent, mas cheira-me que será uma grandessissima e alternadissima tanga, mas I
