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sexta-feira, 10 de abril de 2015
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
Nightwalker Shmitwalker
É muito raro eu pegar num livro e depois ficar num canto sem nunca mais eu pegar nele, até o primeiro volume do Game of Thrones (não sou fã #sorryaboutit) eu consegui acabar no início deste ano (ou talvez no fim do ano passado) mas há aqueles que nunca mais acabam.
Nightwalker é da mesma autora da série Asylum Tales que eu gosto bastante e aborda vampiros, lobisomens e elfos de uma forma diferente.
É daqueles livros em que não se percebe a motivação dos personagens ou pelo menos a motivação dos secundários, com uma heroína que passa de kick-ass a whiny e não tenho absolutamente pachorra nenhuma. Os antagonistas são maus porque sim, o futuro love-interest quer matá-la porque sim e não obstante as trezentas oportunidades que tem nunca a mata. Talvez o mais interessante no livro é que não é o típico romance vampiresco com cinco ou seis cenas de sexo porque sim e com relações entediantes, pelo contrário foca-se mais na acção e trama geral mas que não é forte o suficiente para nos manter agarrados, começa com uma sequência de combate demasiado descritiva e foi uma eternidade até conseguir acabá-la.
Acabei-o ontem e não estou a ver voltar a pegar na série tão cedo.
Agora estou no "The Bucolic Plague", uma autobiografia dos mais que tudo da Martha Stewart, "The Beekman Boys" e até agora... meh, estava à espera de um tom mais acutilante mas quando acabar deixo a review.
Nightwalker é da mesma autora da série Asylum Tales que eu gosto bastante e aborda vampiros, lobisomens e elfos de uma forma diferente.
É daqueles livros em que não se percebe a motivação dos personagens ou pelo menos a motivação dos secundários, com uma heroína que passa de kick-ass a whiny e não tenho absolutamente pachorra nenhuma. Os antagonistas são maus porque sim, o futuro love-interest quer matá-la porque sim e não obstante as trezentas oportunidades que tem nunca a mata. Talvez o mais interessante no livro é que não é o típico romance vampiresco com cinco ou seis cenas de sexo porque sim e com relações entediantes, pelo contrário foca-se mais na acção e trama geral mas que não é forte o suficiente para nos manter agarrados, começa com uma sequência de combate demasiado descritiva e foi uma eternidade até conseguir acabá-la.
Acabei-o ontem e não estou a ver voltar a pegar na série tão cedo.
Agora estou no "The Bucolic Plague", uma autobiografia dos mais que tudo da Martha Stewart, "The Beekman Boys" e até agora... meh, estava à espera de um tom mais acutilante mas quando acabar deixo a review.
sexta-feira, 30 de março de 2012
Os Sete Pecados Mortais da Beleza - Gula
Se há um pecado que poderia usar numa t-shirt seria a Gula, está coladinho a mim como o bronzer na Alexandre Lencastre nos dias que correm, por isso compreendo que a Branca de Neve seja a lambona de eleição. Se tivesse ficado com a boquinha fechada nunca teria ficado à espera do senhor encantado.
Estive para trás e para a frente a pensar na resposta à questão:
- Quais os teus produtos de beleza mais deliciosos?
A minha primeira opção foi algo para os lábios como os Juicy Tubes da Lancôme, acho que nunca dissertei sobre a minha obsessão com glosses mas depois fiquei com aquela sensação de "mas sabe-me a pouco" e lembrei-me da colecção de aromas da Laura Mercier.
Embora o meu perfume de eleição seja Dior (mantenho-o envolto em semi-mistério para depois o ordenhar num post futuro), lembro-me que uma grande amiga minha, a T. (que de momento está por terras do Big Ben) cheirava sempre a baunilha e o perfume tinha tudo a ver com ela, fazia parte da sua mística e da sensualidade que a caracteriza. Para mim era demasiado intenso e nunca me imaginaria a usá-lo, mas invariavelmente paguei pela língua (que também me caracteriza) e anos mais tarde apaixonei-me por tudo o que são aromas abaunilhados, talvez porque as garrafas de extracto de baunilha cá por casa desaparecem à velocidade da luz, ao ponto de ponderar encomendar vagens de baunilha por atacado e fazer o meu próprio extracto.
Sim, adoro bolos com várias camadas e coisas complexas, mas uma das minhas sobremesas preferidas é crème brulée, todos os pormenores são deliciosos, especialmente a capa de açúcar queimado, a Eau Gourmande da Laura Mercier em Crème Brulée transporta todos os elementos deste clássico dos doces franceses para a pele.
Como bónus, nesta colecção há também uma fragrância de pistachio e tarte de limão que são o meu fruto seco preferido e a minha tarte de eleição.
É de lamentar que esta marca ainda não tenha chegado a terras lusas, a filosofia de Laura de uma pele perfeita para a tela da maquilhagem e um dos melhores hidratantes com cor desde sempre, mas isso fica para outro post. E já agora, para a semana há a Preguiça, que também me assola constantemente.
Estive para trás e para a frente a pensar na resposta à questão:
- Quais os teus produtos de beleza mais deliciosos?
A minha primeira opção foi algo para os lábios como os Juicy Tubes da Lancôme, acho que nunca dissertei sobre a minha obsessão com glosses mas depois fiquei com aquela sensação de "mas sabe-me a pouco" e lembrei-me da colecção de aromas da Laura Mercier.
Embora o meu perfume de eleição seja Dior (mantenho-o envolto em semi-mistério para depois o ordenhar num post futuro), lembro-me que uma grande amiga minha, a T. (que de momento está por terras do Big Ben) cheirava sempre a baunilha e o perfume tinha tudo a ver com ela, fazia parte da sua mística e da sensualidade que a caracteriza. Para mim era demasiado intenso e nunca me imaginaria a usá-lo, mas invariavelmente paguei pela língua (que também me caracteriza) e anos mais tarde apaixonei-me por tudo o que são aromas abaunilhados, talvez porque as garrafas de extracto de baunilha cá por casa desaparecem à velocidade da luz, ao ponto de ponderar encomendar vagens de baunilha por atacado e fazer o meu próprio extracto.
Sim, adoro bolos com várias camadas e coisas complexas, mas uma das minhas sobremesas preferidas é crème brulée, todos os pormenores são deliciosos, especialmente a capa de açúcar queimado, a Eau Gourmande da Laura Mercier em Crème Brulée transporta todos os elementos deste clássico dos doces franceses para a pele.
Como bónus, nesta colecção há também uma fragrância de pistachio e tarte de limão que são o meu fruto seco preferido e a minha tarte de eleição.
É de lamentar que esta marca ainda não tenha chegado a terras lusas, a filosofia de Laura de uma pele perfeita para a tela da maquilhagem e um dos melhores hidratantes com cor desde sempre, mas isso fica para outro post. E já agora, para a semana há a Preguiça, que também me assola constantemente.
sexta-feira, 16 de março de 2012
As Origens do meu Bolo de Chocolate
Eu lembro-me da minha mãe fazer bolo de chocolate, eu sentava-me na cozinha a ver e o meu irmão ajudava (não me perguntem com o quê, sei que ele amassava as filhozes de abóbora no Natal, mas nos bolos não me lembro), a nossa batedeira era Moulinex, branca e laranja (how Blogger, agora que penso nisso) embora o branco já estivesse amarelado ela durou imensos anos até bater massa pela última vez.
Mas em termos de bolos, esse é o único que eu me lembro dela fazer, de querer comer a massa crua que o meu irmão também queria e ficávamos cada um com uma vara, eu como era preguiçoso nunca usava a espátula para aproveitar o que estava na tigela e ele ficava a ganhar. Não me lembro de quando ou como é que ela deixou de fazer bolos mas lembro-me do meu primeiro bolo. A Dr. Oetker tinha lançado uma mistura pré-feita de bolos, sim S. eu já usei isso mas em minha defesa nem sequer era adolescente e já foi há 25 anos atrás. Obviamente era um bolo de chocolate com pepitas de chocolate e cobertura de chocolate (qualquer semelhança com um tema é mera coincidência) e eu sentia-me super orgulhoso. Semanas a fio, eu comprei aquelas caixas e fazia sempre o bolo.
A dada altura, quando eu já era um ás a estrelar ovos (sempre fui fã de uova puttanesca, que eu sei que não existe mas achei piada) decidi fazer um bolo do nada e (coincidência) optei por... esperem... esperem... esperem... bolo de chocolate, era o Bolo de Chocolate da Beira Alta de um livro da Maria Odette Cortes Valente que a minha comprou e nunca tinha aberto e fi-lo vezes sem conta, acho que o facto de ter que envolver claras em castelo na massa era para mim algo muito à frente.
Chocolate é daquelas coisas que eu acho que poderia, se investigado, ser aquilo que despoleta a paz no mundo, toda a gente deveria ter uma receita de chocolate como uma oferta diplomática, chocolate dá com tudo, actualmente os meus brownies são o meu WOW moment em termos de chocolate, isso e o bolo do sexo (um dia destes disserto sobre o assunto mas envolve a Ana do Ana e a Vida e queria escrevê-lo a quatro mãos) mas esse é só usado em casamentos (isso também era uma história para contar noutra altura) ou em jantares especiais com amigos.
Ainda hoje me lembro daquela receita decor e salteado e deixei aquelas claras em castelo para me aventurar em bolos como os da Christina Tosi que é agora uma das minhas musas inspiradoras e estou a fazer uma lista que alegremente inclui folhas de acetato para construir bolos incríveis que sabem a tarte de maçã recheados com cheesecake líquido ou então chocolate e marshmallows, e ainda que eu não dê todas as receitas, partilho a minha primeira de bolo de chocolate que é incrivelmente fácil e faz qualquer novato sentir-se realizado ou uma criança sentir-se um crescido.
Bolo de Chocolate da Beira Alta
Ingredientes
125g de chocolate em pó
125g de margarina
125g de farinha
125g de açúcar
5 ovos
1 colher de chá de fermento em pó
Preparação
Bater a margarina, o chocolate, os ovos, o açúcar e as gemas, envolver as claras em castelo alternadas com a farinha e levar a um forno pré-aquecido a 180º até estar cozido.
Bom fim de semana, o meu não deve envolver bolo de chocolate, mas cheira-me que vai envolver panquecas outra vez.
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