segunda-feira, 7 de outubro de 2013

Do campo e o corpo é que paga

Faz hoje uma semana que o meu corpo deu sinais de alerta, dores agudas que impossibilitavam trabalhar em condições. Até considero que tenho uma resistência à dor bastante alta mas quando cheguei a casa já quase urrava e enfiei-me na banheira para tentar que as dores fossem menores.

Bendita osteopata que fez com que isto tudo se tornasse mais suportável e ainda não estou, como se costume dizer, pronto para outra. Ser confrontado com a minha própria fragilidade e, de certa maneira, com a minha mortalidade não me agrada.

Mesmo assim o fim de semana passou-se à la campagne, com um amiga, o seu cão adorável e agarrado aos tachos, muitas panquecas, uma parmigiana, uma tarte de banana que depois de um azar passou a crumble de creme de banana e portobellos cheios de farinheira (vegetariana) para mais tarde me queixar das costas, em vez de estar quieto e ver Vampire Diaries armei-me em "Olívia Costureira" e depois ai ai ai que me dói. O forno não tinha as bandejas para colocar a comida e usámos dois tijolos.

Quem me conhece sabe que eu não seria capaz de viver no campo, mas só dois ou três dias vá, até que é agradável.

PS - Em relação ao desafio de meditação, está quase a terminar depois falo sobre o que aconteceu.


8 comentários:

  1. "desenrasque" é a palavra portuguesa que mais gosto. os tijolos foram isso mesmo! :)

    as melhoras!
    abraço

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    1. Os tijolos fora uma ideia genial, mas não minha.

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    1. Obrigado João, hoje muito melhor vamos ver o que dirá a terapeuta.

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  3. Já confirmaste se é apenas físico ou haverá também espiritual?
    Votos de rápidas melhoras! :)

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    1. Espiritual há sempre, não no sentido paranóico da coisa mas mediante as mensagens inconscientes com que estamos a bombardear o nosso corpo. Eu diria que é psicossomático.

      Um abraço e obrigado.

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