quarta-feira, 31 de dezembro de 2014

The one where the year ends

Não sou fã do fim de ano, vou aproveitá-lo para jantar com amigos e matar saudades porque estão longe.

Não tenho grande coisa a dizer, foi um ano em que mudou tudo:

Mudei de casa, mudei de projecto, mudei de empresa, mudei de instalações, mudei nas minhas relações, mudei de prioridades.

Que o melhor de 2014 seja o vosso pior em 2015.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Dos fins de semana...

Chega a esta altura e fico agridoce, no Sábado vi o penúltimo episódio do primeiro arco de Sailor Moon Crystal e fiquei de lágrimas nos olhos (porque sou um tótó e porque já sei o que é que vai acontecer, já reli a manga tantas vezes) e depois acabei a tarde a comer scones com lemon curd na casa de chá das freiras vicentinas.

O Domingo foi a correr, fui ao aeroporto, ao El Corte Inglès comprar pandoro e mais umas coisas que mamãe tinha pedido e fui de malas e bagagens para casa de papais para passar lá as festas.

De tarde, e porque sou incrivelmente imbecil, lembrei-me que tinha que ir comprar o presente do meu afilhado. Depois de 3 tentativas frustradas, segui rumo para o Toys 'R Us no Cascais Shopping e lá conseguimos.

A noite foi ligeiramente melancólica, habituar-me a um espaço que já não o sinto com o meu, mimei a minha querida Hécate e acabei a noite tarde com insónias a estranhar cama e almofadas.

Estou tão fartinho das festas que não vos passa pela cabeça.

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

GROWL

Ele há dias em que eu me apetecia mandar a ética profissional às urtigas e ir à tromba de alguém.

Só assim na onda da amizade.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

Fim de semana!

Este fim de semana é prolongado.

Depois comentamos as novas concorrentes da Season 7 de RuPaul's Drag Race na segunda, boa? Boa.


segunda-feira, 1 de dezembro de 2014

Cup of Coffee


Quando era miúdo, adolescente, jovem adulto, sempre odiei café. Era uma coisa que eu não percebia porque é que as pessoas bebiam, sendo a água a minha bebida de eleição nunca percebi.

Quando trabalhei numa loja há uma década atrás, comecei a fazer pausas e depois não havia nada para fazer naqueles dois minutos incrivelmente estúpidos e comecei a beber café.

Mesmo assim não sou apreciador e consumia-o de forma voraz. O meu recorde são 25 cafés num evento em que estava a dar workshops e geria n coisas, foi um fim de semana que parecia o "Pai Tirano" quando o casal pede pastéis de bacalhau e davam-lhe copos de vinho. Assim era eu, então dê-me um café duplo, dizia eu enquanto ia fumar um cigarro (ou dois ou três) até à fase seguinte.

Depois mantive o hábito, mas só me faz mal, agrava as minhas insónias e faz-me tremer as mão.

Ontem deixei de beber café, estive o dia todo pasteloso e cheio de dores no corpo, quando estava na auto-estrada cheguei a pensar que se precisasse de reflexos rápidos não iria conseguir reagir.

Hoje continuo neurótico, mas depois passa.


terça-feira, 25 de novembro de 2014

Estou um escrevinhadeiro...

Terminei ontem o Meditation Challenge e gostei muito como gostei dos outros que fiz, talvez os mantras desta vez fossem um pouco mais difícil para repetir e muitas vezes esquecia-me e usava o meu para não interromper.

Foi muito interessante a nível de desenvolvimento pessoal, os temas apresentados diariamente quase sempre espelharam as atribulações do meu dia-a-dia e deram-me algumas respostas para lidar melhor com colegas, auto-superar-me e até um insight muito interessante sobre a minha alimentação que vou reformular (calma, vou manter-me vegetariano mas tenho que olhar para o que como de outra forma) e depois se for algo de minimamente interessante eu escrevo por aqui.

Não foi um Xanax espiritual milagroso, mas claramente ajudou-me numa fase mais complicada e também ter um bocadinho mais de confiança, assim como foi um excelente demonicida que apliquei liberalmente.

Não me sinto mais santificado ou superior, muito pelo contrário, tenho plena consciência que apenas em conjunto conseguimos verdadeiras conquistas a todos os níveis e também não fiquei com uma atitude hollier-than-thou que muitas vezes acontece.

Lá para a primavera vem outro mas pelo menos serviu para me endireitar e obrigar-me a fazer meditação diariamente.